
Há alguns dias venho refletindo sobre a expressão “soberba”, especificamente para o mundo corporativo.
Não é de hoje que venho assistindo alguns ex executivos tentando impor a maestria em suas carreiras solo. Observo que passei pela mesma situação, porém por privilégio tive a “sorte” de encontrar ótima recepção de vários empresários ao ingressar em minha nova, já nem tanto pois se passaram 5 anos, trajetória profissional.
Ao assumir a atividade nobre de empresário, aprendi que as conquistas obtidas durante minha trajetória como empregado, sempre muito bem empregado, construí um relacionamento com as pessoas que comigo conviveram (em 360 graus), de respeito e correção (essa considero minha “soberba”).
No entanto alguns profissionais que migraram para a carreira de empresários, infelizmente, trouxeram as práticas não tão ortodoxas que empregavam em suas posições enquanto empregados, onde a esperteza era vista como “hi performance”.
Bem o que me deixa de certa forma confortável é o fato de que o mercado, para os novos empresários que colocam seu nome e sobrenome em julgamento, traz suas próprias respostas, que normalmente para estes “espertos” não são tão agradáveis.
Atribuo boa parte disto ao grau de soberba alcançado pelas pessoas durante sua trajetória profissional.
Aproveite para falar um pouco disto após ouvir nesta manhã, na CBN, as palavras do Professor Mario Sergio Cortela.
Tenham um ótimo encerramento de ano e que suas conquistas sejam obtidas com toda justiça.
