Mario no Mexico“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.” (Aristóteles).

Ao pensar em estruturar um novo negócio é natural, de certa maneira, estar desprovido de conhecimento pleno dos desafios e do ambiente que se descortinará. Desta maneira, o empreendedor estabelece um padrão para, seguindo a filosofia, repetição e busca da excelência.

A inovação e as novas formas de enxergar e vivenciar as coisas tem evidenciado que nada será igual ao que vimos ou vivemos até ontem, correto?

Temos experimentado, diariamente, situações que nos provocam a refletir sobre o que estamos fazendo hoje. Neste ponto temos a primeira provocação em contraponto a máxima de Aristóteles citada na abertura, para qual convido vocês a opinarem e contribuírem com suas visões.

Afinal, se as coisas se transformam frequentemente e a mudança é uma “certeza”, pode-se concluir que: Ao alcançar a excelência  em alguma atividade, apoiada pela repetição e transformada em hábito, ela já estará obsoleta, não é?

Para reflexão!

Debate extraído durante minha palestra: “Pensar, Agir e Transformar”