“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.” (Aristóteles).
Ao pensar em estruturar um novo negócio é natural, de certa maneira, estar desprovido de conhecimento pleno dos desafios e do ambiente que se descortinará. Desta maneira, o empreendedor estabelece um padrão para, seguindo a filosofia, repetição e busca da excelência.
A inovação e as novas formas de enxergar e vivenciar as coisas tem evidenciado que nada será igual ao que vimos ou vivemos até ontem, correto?
Temos experimentado, diariamente, situações que nos provocam a refletir sobre o que estamos fazendo hoje. Neste ponto temos a primeira provocação em contraponto a máxima de Aristóteles citada na abertura, para qual convido vocês a opinarem e contribuírem com suas visões.
Afinal, se as coisas se transformam frequentemente e a mudança é uma “certeza”, pode-se concluir que: Ao alcançar a excelência em alguma atividade, apoiada pela repetição e transformada em hábito, ela já estará obsoleta, não é?
Para reflexão!
Debate extraído durante minha palestra: “Pensar, Agir e Transformar”

Hum, interessante. Vamos à minha visão sobre excelência. Se o foco é o processo, realmente ele estará obsoleto quando o dominarmos, provavelmente, dependendo do tipo do negócio. Se o foco é o cliente, e este sim é um ser em evolução, um alvo móvel, a busca pela excelência também estará em constante evolução.
E ai? Qual a sua opinião? Gostaria de ouvi-la!
Grande abraço!
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